Feed aggregator

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  • warning: Invalid argument supplied for foreach() in /var/www/multisite_drupal6/drupal-6.19/includes/theme.inc on line 1817.

@secomsorocaba Como faço para ter informações sobre o projeto #Metareciclagem de Sorocaba?

tag #metareciclagem no twitter - 2 horas 36 minutos atrás
@secomsorocaba Como faço para ter informações sobre o projeto #Metareciclagem de Sorocaba?
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Quer entender metareciclagem? MetaLivro http://bit.ly/crtbKS

tag #metareciclagem no twitter - 6 horas 13 minutos atrás
Quer entender metareciclagem? MetaLivro http://bit.ly/crtbKS
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CMS, websemântica e redes

Dalton Martins - qua, 01/09/2010 - 19:09
As conversas sobre redes distribuídas sempre tiveram como pano de fundo, ao menos para mim, uma certa vontade de não depender tanto de um gerenciador de conteúdo (cms) para criar e ativar um espaço de conversações e colaboração entre pessoas.

Na época, fazia sentido ter um espaço de agregação, que pudesse puxar feeds de um monte de lugar e construir contextos que dessem sentido para esses dados. Cheguei até a montar essa apresentação que levamos para o Fórum de Cultura Digital, 2009, na Cinemateca em São Paulo.

A agregação de RSS/Atom é um recurso fundamental para a experiência da web que temos hoje. Mas, tem fortes limites de estruturação dos dados e da forma como eles podem ser processados por pessoas e máquinas. Em tese, as possibilidades de remixagem desses dados são bastante primárias, pois apenas recebemos o conteúdo bruto. Qualquer processamento a partir dele, tem de ser feito manualmente.

Acontece que o que interessa numa rede não é o sistema onde ela roda, mas o fato do sistema oferecer uma padronização das interfaces de conversa e da forma de exibição das informações de forma que todos consigam ter o mesmo sistema de organização dos dados. Conseguir ler as informações que alguém posta e conseguir interagir com elas é um critério mínimo para que as pessoas conversem sobre o que lhes interessa.

No entanto, muitas possibilidades de remixagem desses dados, produção de novos usos que sequer ainda pensamos quais seriam ficam travadas no acesso aos dados. Nem falo aqui tanto de usos "gerenciais", mas de usos que sirvam para aproximar pessoas, de formas de nos encontrarmos, de encontrarmos ideias que nos fazem sentido e de conseguirmos organizar/encontrar conversas que mais fazem sentido. Na real, reduzir um pouco a entropia, aumentando a caordem dos fluxos.

Tem bastante gente interessante trabalhando com a tal da websemântica. Alguns textos interessantes dão uma  ideia do potencial que isso tem.

A questão-chave que vejo nisso: acontece que numa web com dados mais estruturados, não precisamos mais de sistemas de gerenciamento de conteúdo. A própria web seria isso. Não preciso mais de apis para qualquer tipo de rede social, quando os protocolos que compartilham recursos na web são interoperáveis e conversam com qualquer tipo de servidor. Posso ler os dados, as conversas, encontrar pessoas, descobrir grupos, publicar ideias, articular projetos, enfim, tudo isso, em tese, sem a necessidade de um sistema de informação formal para tal.

Parece utopia, né? Parece uma coisa meio complexa e abstrata demais! Enfim, acho que ainda estamos engatinhando nessas possibilidades e, de fato, estamos falando de uma visão que muda muito a cultura de como temos pensado a web até agora. O que, de fato, mais me estimula como possibilidade do que necessariamente limita. Sem dúvida, como quase todas as mudanças de visão sobre uma tecnologia, há uma curva de aprendizado, amadurecimento de padrões, novos serviços que são criados e comunidades que descobrem novas maneiras de usar a informação e experimentar possibilidades de relacionamentos que ainda não haviam sido pensadas.

Mas, acho que dá para exercitar um pouco mais isso com base nas pesquisas recentes. O que de fato me motivou a tudo isso foi:

  • comecei estudando sistemas de bibliotecas digitais federadas. Em tese, são sistemas de informação que coletam metadados publicados em bibliotecas digitais e formam uma base de metadados centralizada facilitando a pesquisa numa interface única. Sem dúvida, isso tem sérias limitações, pois mantém o servidor atualizado é o gargalo da ideia. No entanto, comecei a estudar o padrão Dublin Core de metadados e o protocolo OAI/PMH que faz a coleta de metadados nas bibliotecas digitais para montar a base integrada. 
  • entender os padrões de interoperabilidade que isso poderia gerar tem sido o trabalho do momento atual. No entanto, isso tem sérias limitações quando pensamos em relacionamentos de pessoas e não apenas a coleta de metadados de publicações de produção científica. 
  • logo, fez todo sentido abrir mais as pesquisas, entrar em outros protocolos e ver as questões de como os dados mais estruturados podiam abrir algumas interfaces interessantes e que poderiam facilitar a aproximação de pessoas.
  • bem, fui estudar FOAF, xmpp, RDF/XML e por aí vai... 
  • até bater na seguinte imagem de como a websemantica tá sendo pensada:

 E daí? Qual a vantagem disso? Vamos imaginar o seguinte:
  • eu publico uma URI sobre eu mesmo, contando quem sou eu, o que eu gosto, a quais outros "recursos" estou ligados. Os recursos podem ser projetos, ideias, marcas, universidades, movimentos, outras pessoas, etc, etc, etc..
  • o fato de publicar um recurso sobre isso (o que pode ser feito direto em arquivos no meu servidor ou em interfaces entre sistemas de informação, como o Drupal) eu gero toda uma camada de navegação e acesso aos meus dados que permitem várias formas de me encontrar e me remixar. Ex: todo mundo que publicou uma descrição de si dizendo que faz parte da mesma comunidade, que tem interesse nos mesmos tópicos, que trabalha nos mesmos lugares, que usa os mesmos serviços, etc, etc, etc. Infinitos recursos podem ser criados e podem agregar pessoas. 
  • ao publicar os recursos nos formatos RDF, tudo fica acessível para consulta SPARQL (uma espécie de sql para metadados RDF), permitindo várias possibilidades de cruzamentos de dados. Tudo isso pode ser feito via interface, sem necessidade de digitar uma linha de código. Em tese, novas interfaces de pesquisa e navegação nos dados são possíveis. 
  • subindo nas camadas, aplicações de conversação podem ser acopladas e se mantém agregadas pelo compartilhamento de URIs. Em tese, os sistemas de informação integrados se dissolvem na rede e os metadados interoperáveis permitem construirmos metasistemas em cima de metasistemas em um número infinito de camadas para além daquilo que podemos imaginar como tecnicamente possível hoje.
 vale experimentar?  próximos passos: começar a desenhar um piloto disso! ;-)
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quando tenho medo

Dalton Martins - qua, 01/09/2010 - 10:34
"Atrás da dureza há medo,E se v. tocar o coração do medo,encontrará tristeza ( que se torna mais e mais suave).E se tocar a tristeza, encontrará o vasto céu azul."
Rick Fields
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Bailux e as ações metareciclagem na aldeiavelha-pataxó

Bailux - Arraial d´Ajuda - qua, 01/09/2010 - 09:43

Bruno froes e vitor construindo ações hacker dnetro da aldeia_velha pataxó-programndo e blogando nas linkanias da rede.

http://aldeiavelha.descentro.org/

Ontem foi a mesma uma vibe metarecsx do compartilhamento e da adrenalina que roda quando temos varias pessoas fazendo varias atividades na rede ao mesmo tempo.sai de casa cruzei o parque central de bike numa luz de sol da tardezinha,respirando aquela alegria de encontrar o bando dentro da aldeia,logo na guarita de entrada a garotada pataxó me recebeu saudando BAILUX!!! BAILUX!!!! é do bailux vai entrando que tem mais bailuxs la no ponto com o paty,na porta do ponto fui recebido pelo vice-cacique e depois ja na oficina recebemos cacique e dai foi aquela linkania geral,fiquei com paty e fabrizio na tela preta instalando o cinelerra enquanto bruno e a galera bailux agitavam outros tantos comandos.

uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!! é bando!!!!!!
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Bailux e as ações <b>metareciclagem</b> na aldeiavelha-pataxó « bailux

Google blogsearch - metareciclagem - qua, 01/09/2010 - 09:43
Bailux e as ações metareciclagem na aldeiavelha-pataxó. Bruno froes e vitor construindo ações hacker dnetro da aldeia_velha pataxó-programndo e blogando nas linkanias da rede. http://aldeiavelha.descentro.org/ ...
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MetaMontes

Grupos Recentes - ter, 31/08/2010 - 20:53
Descrição: Metareciclagem na Cidade de Montes Claros Situação do Esporo:  em planejamento
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MetaReciclando as cidades digitais | UbaLab

del.icio.us - metareciclagem - ter, 31/08/2010 - 07:02
MetaReciclando as cidades digitais | UbaLab
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trampo lindo da SíliaMoan para o #Mutsaz inverno:http://bit.ly/bHTaGj #metareciclagem #pozimi

tag #metareciclagem no twitter - seg, 30/08/2010 - 20:28
trampo lindo da SíliaMoan para o #Mutsaz inverno:http://bit.ly/bHTaGj #metareciclagem #pozimi
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metarede e metadados

Dalton Martins - seg, 30/08/2010 - 18:59
escrevíamos isso a alguns atrás (direto do link bases conceituais):

esses pedaços de código, pedaços de software tem por objetivo tecer laços entre redes, interligar subredes de colaboração dentro de um ambiente em constante construção. mas, de que forma? através dos links, dos emails cruzados, através das redes sociais, das conversas circulando, dos forwards cruzando fronteiras e abrindo novos horizontes de conexão. isso tudo é dinâmico, mas nossos softwares atuais lidam com tudo isso de forma estática. eles esperam nossa iniciativa. há links sutis e dentro de espaços temporais inperceptíveis ao nosso senso comum. a tecnologia é ferramenta de suporte à percepção, antes de mais nada.


MetaRede se propõe a construir um framework de agentes móveis emergentes, programados baseados em algoritmos de redes neurais e computação evolutiva, a partir de algoritmos genéticos. O objetivo é criar condições para que os agente negociem entre si, num sistema ecológico adaptativo. Exemplos:

- sistemas de troca de doações em escalas logísticas de difícil operação, como forma de operar um sistema logístico emergente, sem a necessidade um orgão central regulador e sem a necessidade de intensa busca das melhores rotas (problema clássico em se tratando de grafos);

- sistema de trabalho colaborativo como suporte às atividades de comunidades de prática. agentes de software podem negociar horários de reuniões, links distribuídos, estabelecer e encontrar novas conexões em cms compatíveis com especificações pré-programadas e evolutivas;

- busca e negociação de produção cultural e recursos compartilhados sob licenças livres. agentes móveis tornam-se mediadores de relacionamentos entre artistas e formas de divulgação de sua obra. negociam postagem de imagens em bancos públicos, interações entre blogs, entre outros.

- construção e suporte para ambientes baseados em reputação.



O quanto disso é/era utopia? O quanto disso é possibilidade de pesquisa e experimentação em sistemas de informação e processos de ativação de redes/apropriação de tecnologias?


As possibilidades de pesquisa se dão em pequena escala. Acho que o fundamental para isso é:

  • ter bons sistemas de metadados: interoperável, com possibilidade descrição de esquemas e anotações;
  • bons algoritmos que façam: mapas de agregação dinâmicos, identificação de tendências, conexões preferenciais.
a junção desses dois elementos tem se tornado cada vez mais real e de simples implementação.hummmm.....
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Submidialogia-Baía de Paranaguá – Paraná

Bailux - Arraial d´Ajuda - seg, 30/08/2010 - 18:04


Descentro apresenta a 7ª edição do festival Submidialogia subtropicalismo ainda que tardio. E evento que ocorrerá em Paranaguá (PR/Brasil) entre os dias 04 a 08 de setembro de 2010, como iniciativa aprovada no edital Petrobras Cultural de 2009 vinculado à Lei de Incentivo à Cultura (MinC – PRONAC Nº095697) – com o objetivo de promover mais uma vez o encontro de alta complexidade simbólica entre culturas populares e cibercultura.

http://submidialogias.descentro.org/about/subvaladares/


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